História do Sindicato

Em 8 de março de 1946, o Poder Público concedeu a Carta Sindical ao Sinfar – SP, habilitando a entidade para a prática de atos sindicais, tais como a representação da categoria e a negociação coletiva. O sindicato funcionava, em caráter provisório, na sede da União Farmacêutica (UNIFAR). No entanto, foi apenas a partir da década de 60 que a associação começou a ganhar força.
 
Nessa época, o projeto de lei para a criação do Conselho Regional de Farmácia (CRF – SP) foi aprovado e quase todos os diretores do SINFAR – SP assumiram cargos dentro do Conselho. Sendo assim, o então suplente, Dr. André Roseira presidiu a associação até 1964. Durante este período, por conta do desenvolvimento do sindicato a sede teve que mudar, já que a antiga não conseguia mais acomodar as duas entidades. A Rua da Consolação passou a ser o novo endereço. 
 
Sob o comando de Roseira foi celebrado o primeiro acordo coletivo independente para os farmacêuticos com o Sindicato da Indústria Farmacêutica. Outra conquista foi a contratação do primeiro advogado.
 
Nas gestões do Dr. Myrcio de Paula Pereira (1966 a 1968) e do Dr. Firmino Yamahiro (1968 a 1971) a integração entre os farmacêuticos da indústria e do serviço público foi intensificada. Durante as confraternizações sociais, os profissionais tinham oportunidade de trocar ideias e ampliar a rede de contato nos negócios. Nessa fase, o sindicato passou por dificuldades financeiras e o grande esforço dos diretores foi primordial para garantir a sobrevivência da entidade. Muitas vezes usaram dinheiro do próprio bolso para pagar as contas.
 
De 1971 a 1980, a presidência foi assumida pelo Dr. Mauricio Rodrigues Alves. Nesta fase, um imóvel situado na Rua Nova Barão foi comprado, sendo a penúltima sede do SINFAR – SP.
 
O 1º Acordo Coletivo com o Sincofarma – SP foi assinado em 1982, representando também o primeiro no Brasil. Isso aconteceu durante a gestão do Dr. Claudio Niemeyer (1980 a 1983).
 
A sindicalização aumentou na gestão do Dr. Pio César Portellada (1983 a 1986), o que levou ao início do movimento de interiorização do sindicato.
 
 Em seguida assumiu a presidência o Dr. Paulo Pais dos Santos (janeiro de 1987 a junho de 1989), que ampliou os acordos coletivos. Neste período foi realizado o primeiro acordo coletivo com os Sindicatos dos Hospitais e das Empresas de Medicina de Grupo. Houve também a tentativa de realizar Acordo Coletivo de Trabalho com o Estado. A estruturação da sede melhorou a partir da implantação dos primeiros computadores no SINFAR – SP.
 
A atual sede em São Paulo, localizada na Rua Barão de Itapetininga, foi adquirida no primeiro mandato da Dra. Gilda Almeida de Souza, em 1990. Ela ampliou o patrimônio da categoria com a compra de mais uma sala na Capital e começou uma reforma funcional para adaptar os espaços físicos às necessidades das atividades. Outro destaque deste mandato foi o início do processo de descentralização do sindicato, além da luta contra o PL da Senadora Marluce Pinto, o qual destituía a responsabilidade técnica em drogarias.
 
Na gestão do Dr. Marco Aurélio Pereira, em 2004, foi aprovado o projeto do CASF - Clube Assistencial dos Farmacêuticos do Estado de São Paulo. Desde então, essa conquista vem sendo aprimorada, hoje o associado pode ter desconto e facilidades em diversos serviços de empresas parceiras.
 
Nos últimos dez anos diversas adequações foram realizadas na entidade. As diretorias desta época priorizaram valorizar a função social do farmacêutico, conseguindo dar destaque e nova visibilidade à profissão, além de inserir a categoria nas discussões sobre a saúde pública.  O número de farmacêuticos cresceu de forma espantosa e para dar conta dessa nova demanda o SINFAR investiu na estrutura do departamento jurídico, ampliou o corpo de advogados conseguindo atender com qualidade todos os farmacêuticos que buscam este serviço, seja pessoalmente, através da internet ou por telefone.
Em 2014, primeiro ano do mandato do Dr. Glicério Diniz Maia, o SINFAR - SP participou da luta contra a Medida Provisória (MP) 653, que propõe não contratar farmacêuticos em tempo integral, além de não reconhecer as farmácias e drogarias como estabelecimento de saúde alterando a Lei 13.021/14. Com o engajamento do SINFAR – SP e o apoio dos profissionais farmacêuticos, o prazo para votação da MP expirou. Mais uma vitória da categoria, o que deixa claro a importância da união da classe. 
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